Cantor apresentará o show"Dilúvio", dia 21, com participação de Zélia Duncan.














Depois de estrear com casa cheia com o show da banca 5 a Seco, em julho, receber uma das maiores revelações da nossa MPB atual, Ana Cañas, em agosto e a banda Tono, em setembro, o projeto #queremosMPB chega à sua quarta edição. Desta vez, levará o cantor Dani Black ao palco do Theatro Net Rio. Ele apresentará o show de lançamento do seu segundo disco, "Dilúvio", pela primeira vez no Rio de Janeiro e contará com a participação especial de Zélia Duncan.

Com direção musical do Zé Godoy e do próprio Dani, direção artística, cenário e figurino da Patrícia Black e desenho de luz da Marisa Bentivegna, Dani Black (voz e guitarra) sobe ao palco acompanhado por Zé Godoy (piano, teclados e programação) e Sandro Moreno (bateria). No repertório, além da faixa-título, as novas canções “Areia”, “Seu Gosto” e “Maior”, todas compostas por Dani Black.

Dilúvio

Nome de ponta de sua geração, filho urbano de uma das vozes da mata, Tetê Espíndola, nome escrito nas estrelas familiares de Arnaldo Black, agora ele revela mais claramente a que veio no universo musical pop, com o tempo a seu favor, aos 27 anos. Compositor bem pensante, guitarrista de impacto e cantor de intensa beleza e potência vocal, tem também o dom do carisma, do bom humor e outras qualidades de um bicho do palco, desde quando integrava o grupo 5 a Seco. No segundo disco de estúdio, “Dilúvio”, Dani chega com os pares essenciais pra mergulhar numa abundância de ideias, timbres e traçados líricos de um criador inquieto.

Parceiro de Zélia Duncan e Chico César, com músicas gravadas por Ney Matogrosso, Maria Gadú e Elba Ramalho, entre outros, o compositor e músico lançou o primeiro álbum solo (“Dani Black”) em 2011, com maioria de canções próprias e uma regravação de “Comer na Mão”, de Chico César, um dos insuspeitos entusiastas de seu trabalho. Em 2013 disponibilizou na web o “EP SP” com seis versões ao vivo de canções do primeiro álbum e duas novas, “Encontros Carnais” e “Só Sorriso”, esta recriada em estúdio para o segundo, em que assina todas as composições. “Não Não Não” é outra que foi testada em shows. A sensual “Seu Gosto” também criou expectativa ao ser revelada em vídeo em versão de voz e guitarras dele e de Conrado Goys, em dezembro de 2014.

Profissional conceituado como guitarrista, violonista, produtor, compositor e arranjador, Conrado produziu “Dilúvio” (com coprodução do compositor), definindo sua sonoridade, durante meses em estúdio até chegar à combinação ideal “da fúria do som misturada com a densidade e a delicadeza da poesia”. Diferentemente do primeiro, que é um disco basicamente de canções de amor, este é “um dilúvio de ideias, de mensagens, de sensualidade muitas vezes”, como diz Dani. “É um disco espontâneo. Por mais que tenha sido feito minuciosamente, a parte orgânica, que sou eu, é muito espontânea.”

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